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4 tendências tecnológicas para 2017

Em meio a tantas inovações e criações que estão surgindo temos observado os novos produtos e as tecnologias. Detectamos quatro fortes tendências nas quais as marcas devem ficar de olho em 2017 e para os próximos anos.

1 – O futuro da interação entre homens e máquinas é a voz

As interfaces de voz amadureceram e estão se tornando uma excelente fonte de informações sobre hábitos e preferências dos usuários. Essas informações são indispensáveis para criar interações mais inteligentes e personalizadas. Além disso, a possibilidade de conhecer em mais detalhes o que os usuários querem e precisam dá às marcas a chance de oferecer produtos mais eficientes e em sintonia com as necessidades de seu público.

O motivo para acreditarmos que a interação por voz é uma tendência que veio para ficar é simples: ela é extremamente eficiente, reduz atritos de compra e pesquisa e, principalmente, ajuda a democratizar o acesso à informação. Por exemplo, em média as pessoas conseguem escrever 40 palavras por minuto, mas são capazes de dizer 150 no mesmo intervalo de tempo.

Além disso, podemos acessar os aparelhos sem sequer tocar neles, o que facilita muito a vida, cada vez mais multitarefa, que levamos. Outra vantagem que as interfaces de voz têm sobre outros métodos de interação é que elas são inteligentes e capazes de oferecer experiências personalizadas para cada um de seus usuários por meio da análise de elementos como quem está falando, onde a pessoa está, seu tom de voz e as palavras que usou, entre outras.

Os números confirmam esse movimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, 20% de todas as buscas feitas no mobile já são por voz.1 Aqui no Brasil, o número de buscas contendo a expressão “OK, Google” cresceu mais de 85% em 2016.

2 – A internet das coisas (IOT) encontra a inteligência artificial

Está cada vez mais difícil estabelecer uma fronteira concreta entre as indústrias de tecnologia, telecomunicações e manufatura. O limite entre elas vem se tornando progressivamente menos óbvio conforme os mais variados segmentos oferecem produtos fís icos que trazem conectividade e soluções digitais, ou seja, a internet das coisas está cada vez mais presente nas nossas vidas.

Talvez você esteja pensando: “Ah, mas a internet das coisas já está aí faz um tempo…”, você está certo, mas diferença é que as “coisas” estão ficando cada vez mais inteligentes e independentes.

Por exemplo, não faz muito tempo, tudo que uma geladeira podia fazer era conservar os alimentos e gelar bebidas. Aí, surgiram os refrigeradores conectados à internet, que ofereciam receitas, lista de compras, acesso ao e-mail, previsão do tempo etc., por meio de um display na porta do aparelho. Bem, na CES 2017, fomos apresentados a um refrigerador com assistente pessoal que identifica os hábitos dos usuários para otimizar os ciclos de refrigeração durante o dia, avisa quando os produtos vão perder a validade e até mesmo compra on-line o que estiver faltando para você.

E a geladeira foi só um exemplo. De escovas que analisam a saúde do cabelo, passando por pijamas que ajudam a recuperação de atletas, chegando aos últimos lançamentos da indústria automobilística, a internet das coisas evoluiu e já não se limita à mera conectividade.

Lado a lado com a inteligência artificial, ela aprende com os hábitos do usuário e oferece serviços e soluções personalizadas. Inclusive, muitos varejistas já estão concentrando seus esforços nas áreas de inteligência artificial e machine learning. Por exemplo, a página inicial do Ebay agora é para cada usuário e traz conteúdos selecionados com base nos aprendizados da inteligência artificial do site.

3. Real e virtual: entramos na era da realidade mista

Nos próximos anos, o real e o virtual vão se misturar a ponto de virarem uma coisa só – a realidade virtual chegou com tudo mudando a forma como as pessoas experimentam o mundo. Hoje, o VR já reúne 90 milhões de usuários ativos e a estimativa é que esse número dobre até o final de 2018.

 4. Transportes inteligentes e sem motoristas

Quando o assunto é transporte urbano, os carros autônomos são a grande aposta da indústria automobilística para os próximos anos. As montadoras deixaram claro o quanto um futuro sem motoristas está próximo de se tornar realidade – já há até quem diga que o nome CES agora se refere a Car Electronics Show por conta da relevância que essa indústria vem conquistando na feira.

O recente AutoTrader Car Impact Study mostra que, atualmente, 46% dos millennials esperam que seus carros façam as mesmas coisas que seussmartphones.

O reflexo dessa aspiração já pode ser percebido no mercado no qual conectividade não é mais privilégio dos itens de luxo e vemos modelos de entrada equipados com GPS integrado, sensor de estacionamento e bluetooth de fábrica. Segundo o Gartner, são esperados 250 milhões de automóveis conectados à internet até 2020.

No futuro, a proposta de valor dos carros será pautada cada vez mais em conectividade e serviços. O carro terá a mesma função que o avião e motoristas serão apenas passageiros. Além disso, com a evolução da conectividade veículo-para-veículo, as pessoas poderão planejar seu deslocamento em tempo real e de forma integrada e holística, incluindo todos os meios de transporte.

Conclusão

As tendências apresentadas têm um importante ponto em comum: todas geram um volume absurdo de dados que podem ser facilmente integrados via plataformas e algoritmos.

Estamos diante de um amanhã em que as máquinas irão conhecer seus usuários tão bem que poderão prever suas necessidade e vontades e antecipar-se a elas. Como sua marca está se preparando para esse futuro?

Fonte: Think with Google

Diretor da Digital Prime Web Solutions, 🎓 programador, 💻 web designer, ☕ amante de café, 🚧️ skatista, 🎶 baterista, 💪 bjj.

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